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🌊 Ordem na orla: fiscalização reforçada devolve tranquilidade à Praia de Canasvieiras

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O que era para ser uma noite tranquila de verão em Canasvieiras quase virou sinônimo de barulho excessivo e desordem. Mas a resposta foi rápida e firme. Na noite de terça-feira (13), a Guarda Municipal de Florianópolis (GMF) entrou em ação e mostrou que o respeito às regras é essencial para garantir uma praia segura, organizada e acolhedora para todos.

Durante a Operação Ordem na Orla, fiscais e guardas apreenderam duas caixas de som e cinco carrinhos de ambulantes que operavam de forma irregular. A ação foi desencadeada após diversas denúncias de perturbação do sossego, causadas por som alto em plena faixa de areia — prática proibida pela legislação municipal.

As caixas de som estavam sendo utilizadas por grupos de amigos e foram recolhidas no local. Já os carrinhos apreendidos funcionavam sem alvará da prefeitura, documento obrigatório para qualquer atividade comercial legal na cidade.

⚠️ Comércio irregular não é só desordem — é risco

Mais do que uma infração administrativa, o comércio irregular gera prejuízos reais. Ele afeta diretamente os trabalhadores regularizados, que cumprem a lei, pagam taxas e seguem normas sanitárias. Além disso, produtos vendidos sem fiscalização podem representar risco à saúde dos consumidores, já que não passam por vistorias da Vigilância em Saúde.

A GMF reforça que a fiscalização não tem caráter punitivo isolado, mas sim preventivo e educativo, garantindo equilíbrio entre lazer, trabalho e bem-estar coletivo.

🔍 Fiscalização surpresa seguirá durante todo o verão

Segundo a Guarda Municipal, a Operação Ordem na Orla continuará acontecendo durante toda a temporada de verão, sem aviso prévio de datas, locais ou horários. A estratégia é clara: atuar de forma surpresa para identificar irregularidades em diferentes pontos da orla e preservar a ordem pública.

📌 Histórico recente reforça a gravidade

A atuação firme não é isolada. Na última quinta-feira (8), a mesma operação resultou na interdição de uma cozinha clandestina em Jurerê, responsável por fornecer alimentos a ambulantes. O local apresentava esgoto a céu aberto, alimentos vencidos e óleo de fritura espalhado pelo chão — um cenário alarmante.

A ação contou com apoio da Polícia Militar e da Vigilância em Saúde, reforçando a integração entre os órgãos de fiscalização.

A vice-prefeita e secretária municipal de Segurança Pública, Maryanne Mattos (PL), destacou a importância dessas ações:

“Os desafios são grandes, mas vamos seguir firmes neste e em outros tipos de fiscalização para garantir a ordem e o cumprimento da lei. Assim, teremos um verão ainda melhor e mais seguro.”

✅ Ordem, segurança e respeito: compromisso com a cidade

A mensagem é clara: praia é espaço de lazer, não de abuso. Respeitar as regras é o que permite que moradores, turistas e trabalhadores convivam em harmonia. A fiscalização segue atenta — e a colaboração da população é parte fundamental desse esforço coletivo.

Denunciar irregularidades é um ato de cuidado com a cidade. Ordem na orla não é rigor excessivo: é qualidade de vida para todos.




Fonte: ND+


Editado por Jefferson Gauchão

 

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🎧 Som alto na praia pode virar dor de cabeça — e prejuízo pesado


Ciclone causa alagamentos na Grande Florianópolis e diversas ruas ficam interditadas

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A Grande Florianópolis amanheceu em alerta nesta terça-feira após a passagem de um ciclone que trouxe chuva intensa, rajadas fortes de vento e diversos pontos de alagamento. As cidades da região registraram transtornos significativos, especialmente nos bairros mais afetados pela enxurrada repentina.

De acordo com a Defesa Civil, o grande volume de chuva em um curto espaço de tempo sobrecarregou o sistema de drenagem urbana, provocando alagamentos em vias centrais e avenidas de ligação. Motoristas enfrentaram longos congestionamentos e precisaram redobrar a atenção diante de ruas completamente tomadas pela água.

Em Florianópolis, bairros como Estreito, Capoeiras, Centro, Ingleses e Rio Tavares tiveram pontos críticos de acúmulo de água. A Rua Santos Saraiva, uma das principais ligações continentais, chegou a ser totalmente interditada devido ao risco para veículos. Já na Ilha, a Avenida Beira-Mar Norte registrou retenções e trechos parcialmente bloqueados.

Em São José, a situação também foi preocupante. Ruas nos bairros Kobrasol, Campinas e Forquilhinhas ficaram intransitáveis por algumas horas. A Avenida das Torres precisou ser fechada temporariamente, e equipes da prefeitura trabalharam durante a manhã para liberar o fluxo e retirar resíduos trazidos pela enxurrada.

Palhoça e Biguaçu também relataram ocorrências de alagamentos, principalmente em áreas próximas a rios e regiões de baixada. Moradores registraram, em vídeos e fotos, carros ilhados, casas atingidas e o rápido avanço da água em poucas minutos.

A Defesa Civil reforçou o alerta para risco de deslizamentos, especialmente em áreas de encosta, e orienta a população a evitar deslocamentos desnecessários até a melhora das condições climáticas. Recomenda-se ainda atenção ao transitar por vias alagadas, devido ao risco de quedas, buracos encobertos e danos aos veículos.

As equipes de manutenção seguem atuando para desobstruir bueiros, remover galhos e normalizar o trânsito nas principais vias. A previsão indica chuva moderada ao longo do dia, com possibilidade de novos temporais isolados.

A orientação é acompanhar os avisos oficiais e, em caso de emergência, acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros ou a Defesa Civil municipal.


Fonte: ND+

Editado por Jefferson Gauchão

 

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“Falso The Rock”: polícia expõe identidade de golpista africano preso em SC por fraude transnacional

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A Polícia Civil de Santa Catarina revelou, nesta semana, a verdadeira identidade do homem que ganhou fama nas redes sociais como o “falso The Rock”. O suspeito, que usava um perfil falso do ator e lutador Dwayne Johnson para aplicar golpes, foi preso durante uma operação em Florianópolis após diversas denúncias de estelionato.

O investigado foi identificado como Honore Ode, de 32 anos, natural do Benin, na África. Ele morava na Capital catarinense desde que veio ao Brasil com o objetivo declarado de estudar, mas, segundo a Polícia Civil, usava o tempo no país para operar financeiramente um esquema internacional de estelionato.

As investigações apontam que Ode integrava um grupo criminoso com operação transnacional, responsável por aplicar golpes usando perfis falsos extremamente convincentes. As contas criadas pelo bando se passavam por figuras de destaque, especialmente o ator americano Dwayne “The Rock” Johnson, com fotos editadas, vídeos manipulados e discursos cuidadosamente montados para enganar vítimas.

Esses perfis eram utilizados para iniciar conversas afetivas com mulheres brasileiras. As mensagens capturadas pela polícia mostram exatamente como o golpe começava: abordagens carinhosas, promessas de atenção, criação de intimidade rápida e envio de imagens manipuladas para reforçar a identidade falsa. Com o vínculo emocional estabelecido, iniciavam-se os pedidos financeiros — sempre revestidos de histórias dramáticas ou supostas oportunidades irresistíveis.

A quadrilha simulava desde “taxas alfandegárias” para liberar presentes inexistentes até pedidos de ajuda urgente ou falsos investimentos. Uma das vítimas identificadas pela investigação chegou a ter um prejuízo de R$ 80 mil, acreditando estar em relacionamento e ajudando o suposto astro de Hollywood.

O trabalho da Delegacia de Defraudações ganhou força após uma moradora de Joinville registrar ocorrência relatando ter sido enganada por um perfil que afirmava ser o ator. A partir dali, os agentes rastrearam transferências bancárias, analisaram conversas e descobriram que Ode atuava como um operador local do esquema, mantendo contato direto com cúmplices fora do Brasil.

No cumprimento do mandado que resultou na prisão, a polícia apreendeu celulares, notebooks, documentos falsificados e anotações que detalhavam o funcionamento diário do golpe. Os materiais obtidos também demonstram que parte dos valores arrecadados era enviada ao exterior, reforçando o caráter transnacional da operação criminosa.

Apesar da tentativa de imitar a imagem de Dwayne Johnson com filtros, ângulos estratégicos e edições, os policiais afirmam que, pessoalmente, a suposta semelhança desaparecia completamente.

Honore Ode foi encaminhado ao sistema prisional e deve responder por estelionato, falsidade ideológica e uso de documento falso. A Polícia Civil continua identificando outras possíveis vítimas que, por vergonha ou medo, ainda não denunciaram o golpe.

As autoridades reforçam o alerta: redes internacionais de estelionatários vêm se especializando em criar perfis falsos de celebridades, empresários, militares e até pessoas comuns. Qualquer pedido de dinheiro vindo da internet — sobretudo quando sustentado por apelos emocionais — deve sempre ser investigado e tratado com desconfiança.


Fonte: ND+


Editado por Jefferson Gauchão

 

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Racismo em Estádio: Torcedora do Avaí é Demitida Após Ofensas — E Descobre que o “Campeonato da Vergonha” Tem Consequências

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Alguns torcedores parecem acreditar que estádio é território livre para abandonar o bom senso — e, no caso mais recente, a civilidade inteira. Durante a partida entre Avaí e Remo, uma torcedora protagonizou um espetáculo lamentável ao disparar ofensas raciais e xenofóbicas contra torcedores e jogadoras do clube paraense.

A torcedora do Avaí, investigada por esses ataques registrados no sábado (15), na Ressacada, em Florianópolis, foi demitida da empresa onde trabalhava nesta quarta-feira (19). As falas preconceituosas — proferidas pela ex-conselheira do Leão — foram gravadas por outros torcedores, que não pensaram duas vezes antes de divulgar o vídeo nas redes sociais. Em poucos minutos, a repercussão já havia tomado o país inteiro.

O vídeo percorreu as redes com a velocidade de um contra-ataque bem encaixado, chegando à empresa da acusada antes mesmo de muitos torcedores chegarem em casa após o jogo. O desfecho foi imediato: demissão por justa causa, acompanhada de uma nota firme repudiando qualquer comportamento discriminatório. A mensagem é clara: empresas podem até tolerar atrasos, mas não toleram racismo.

O Avaí também se posicionou, reforçando que não compactua com esse tipo de conduta e que está colaborando com a investigação. O Remo, por sua vez, manifestou apoio às vítimas e alertou — mais uma vez — para a necessidade de punições exemplares. Até porque, se racismo fosse lance de jogo, já teria sido banido com cartão vermelho direto.

A Polícia Civil abriu investigação por injúria racial e xenofobia, e o Ministério Público acompanha o caso. Ou seja, a “torcida organizada de problemas” da acusada só está começando.

Esse episódio reacende um debate que já deveria estar encerrado há muito tempo: por que ainda é preciso explicar que arquibancada não é zona livre de lei? Que torcer não é licença para atacar? Que racismo não é “calor do jogo”, e sim crime?

Se existe algo positivo nesse cenário, é a resposta rápida da sociedade. Afinal, se alguns insistem em jogar o campeonato da vergonha, pelo menos as punições — sociais, profissionais e judiciais — estão vindo tão rápido quanto deveriam.

E fica o recado para quem ainda não entendeu a regra básica do esporte mais popular do país: no estádio, o único grito que cabe é de apoio. Preconceito? Esse é expulso sem direito a VAR.

Fonte: ND+


Editado por Jefferson Gauchão

 

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Líder do PCC no Papaquara e mais três morrem em confronto com a PM em Florianópolis.

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Quatro homens morreram na noite de domingo (2) após um confronto com a Polícia Militar em Florianópolis. Entre os mortos, segundo a corporação, estava um paulista apontado como líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) responsável pelo tráfico na comunidade do Papaquara, no Norte da Ilha. Policiais apreenderam cinco armas, incluindo uma submetralhadora que, conforme a PM, teria sido usada em um assalto a um posto de combustível na SC-401.

De acordo com a Polícia Militar, equipes do 21º Batalhão atuavam em uma ação de fiscalização quando avistaram suspeitos armados. Testemunhas e registros das equipes apontam que, ao perceberem a aproximação das viaturas, os homens teriam tentado resistir à abordagem — houve troca de tiros e os quatro suspeitos foram alvejado no local. A PM registrou a apreensão de cinco armas de fogo, entre elas a submetralhadora mencionada nas comunicações oficiais.

Fontes policiais informaram que um dos mortos era foragido e tinha atuação de liderança no tráfico na comunidade do Papaquara, apontado como responsável por organizar o comércio de drogas na região. A corporação diz que o indivíduo era procurado há anos. As autoridades ainda avaliam a identificação oficial e a eventual ligação dele a outros crimes.

Além das armas, as equipes recolheram possíveis indícios de associação com ações criminosas — documentos, munições e outros objetos foram levados para perícia, segundo a PM. A informação sobre a submetralhadora indica que as forças de segurança associam a ação dos suspeitos a assaltos recentes registrados na região da SC-401. As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil.

A área do Papaquara e bairros do Norte da Ilha já foram palco de confrontos e operações policiais nos últimos anos, reflexo de disputas entre facções e da atuação de integrantes oriundos de outros estados. Autoridades estaduais intensificaram operações integradas (Polícia Militar, Civil e demais forças) para tentar reduzir a presença e a atuação de organizações criminosas na Grande Florianópolis.

Líderes comunitários e moradores relataram apreensão após os episódios. A Secretaria de Segurança e a Polícia Militar informaram que haverá reforço no patrulhamento na região nas próximas horas para evitar retaliações e garantir a ordem pública. A Polícia Civil conduzirá perícias e investigações para confirmar identidades e responsabilidades.

A Polícia Civil deve adotar providências como perícia nos locais, laudos balísticos, análise dos objetos apreendidos e cruzamento de informações com bancos de dados nacionais para confirmação das identidades e eventuais mandados pendentes. Familiares das vítimas e eventuais testemunhas poderão ser ouvidos pela delegacia responsável.

Fonte da matéria: ND



"Torcidas organizadas da Grande Florianópolis são alvo de mandados de busca"

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Parece que a paixão pelo time não está mais se resumindo a gritos na arquibancada ou bandeiras estendidas. Em mais um capítulo da série “torcida organizada ou grupo de ação?”, membros de facções ligadas a clubes de futebol da Grande Florianópolis amanheceram com uma visita nada amistosa: mandados de busca e apreensão emitidos pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Florianópolis. Segundo a investigação, os supostos torcedores estavam envolvidos em brigas, depredações e confrontos dignos de UFC, só que sem octógono e com muito prejuízo para quem passa pelo caminho. A operação policial pretende “dar um basta” às práticas que, curiosamente, sempre aparecem associadas à palavra organizada, embora a organização, neste caso, pareça ser mais para agendamento de pancadarias do que para cantarolar em uníssono nas arquibancadas.

Autoridades afirmam que os envolvidos serão chamados a responder pelas ocorrências de violência e crimes contra o patrimônio. Afinal, torcer é livre, mas transformar o amor ao clube em desculpa para guerra urbana já ultrapassa qualquer limite do que se pode chamar de "tradição futebolística".

Enquanto isso, o torcedor comum segue sem entender: como é possível tanta energia para brigar e tão pouca para torcer? Talvez se parte desse esforço fosse aplicada dentro de campo, os clubes da região estariam levantando taça atrás de taça.

 FONTE

Editado por Jefferson Gauchão
 
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