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Síndico pode ser processado? Os erros mais comuns da gestão condominial que acabam na Justiça

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A profissionalização da gestão condominial trouxe avanços importantes para a administração dos empreendimentos residenciais, mas também elevou o nível de responsabilidade jurídica dos síndicos. Cada vez mais presentes na rotina dos tribunais brasileiros, as ações envolvendo falhas administrativas acendem um alerta: exercer a função sem preparo técnico pode gerar consequências financeiras e legais significativas.

Para a advogada Dra. Juliana Teles, especialista em direito condominial e sócia do escritório Faustino e Teles, ainda existe uma percepção equivocada sobre o papel do síndico. “Muitos acreditam que a função é meramente operacional, quando na verdade se trata de uma posição de representação legal. O síndico responde civilmente por atos praticados com negligência, imprudência ou omissão”, explica.
Embora nem todo problema resulte em responsabilização, a especialista destaca que determinados erros aparecem com frequência em disputas judiciais e, na maioria das vezes, poderiam ser evitados com uma gestão mais preventiva.
O síndico pode ser responsabilizado judicialmente?
A resposta é sim, mas depende da análise do caso concreto. O síndico pode responder com o próprio patrimônio quando fica comprovado que agiu contra a lei, a convenção condominial ou os interesses coletivos.
“O síndico não é apenas um administrador ele é o guardião do cumprimento das normas internas e da legislação. Quando há falha grave na condução da gestão, a responsabilização deixa de ser apenas do condomínio e pode atingir diretamente o gestor”, afirma Dra. Juliana Teles.
Entre as penalidades possíveis estão indenizações por danos materiais, danos morais e, em situações extremas, a destituição do cargo. 


Os erros mais comuns que levam síndicos à Justiça
Segundo a especialista, alguns comportamentos administrativos aparecem de forma recorrente em processos judiciais.
1. Omissão diante de conflitos entre moradores
Ignorar denúncias, deixar de aplicar advertências ou evitar intervenções formais pode ser interpretado como falha de gestão.
“Quando o síndico tem conhecimento de situações que ameaçam a convivência ou a segurança e não adota providências, ele assume um risco jurídico relevante”, alerta.
2. Falhas na segurança do condomínio
Problemas como controle de acesso ineficiente, ausência de protocolos e negligência na manutenção de equipamentos podem abrir espaço para questionamentos judiciais.
“Não se exige segurança absoluta, mas sim medidas compatíveis com o padrão do condomínio. A previsibilidade do risco é um fator determinante na avaliação dos tribunais”, pontua.
3. Irregularidades financeiras
Falta de transparência, ausência de prestação de contas e movimentações não aprovadas em assembleia estão entre os motivos mais sensíveis.
“A gestão financeira precisa ser rigorosamente documentada. Hoje, a transparência não é apenas uma boa prática é uma proteção jurídica para o próprio síndico”, destaca Dra. Juliana.
4. Obras sem aprovação ou planejamento
Intervenções estruturais realizadas sem deliberação assemblear ou sem respaldo técnico podem gerar prejuízos coletivos e responsabilização.
“Decisões unilaterais, principalmente quando envolvem valores elevados, costumam ser duramente questionadas pelo Judiciário”, explica.
5. Abuso de poder e aplicação irregular de multas
Penalidades desproporcionais ou aplicadas sem garantir o direito de defesa do morador frequentemente resultam em ações.
“O regimento deve ser seguido com rigor. Multar não é um ato de autoridade pessoal é um procedimento jurídico que exige fundamentação”, ressalta.
A importância da documentação
Um dos maiores erros da gestão condominial, segundo a advogada, é a informalidade. Conversas sem registro, decisões não documentadas e advertências verbais dificultam a defesa do síndico em eventual litígio.
“Em uma disputa judicial, o que não está documentado praticamente não existe. Atas, notificações formais e registros de ocorrências são instrumentos essenciais de proteção”, afirma.
A profissionalização como caminho sem volta
O aumento da judicialização tem impulsionado uma mudança no perfil da gestão condominial. Síndicos moradores ou profissionais precisam adotar uma postura cada vez mais técnica.
“A gestão moderna exige conhecimento jurídico básico, assessoria especializada e decisões colegiadas sempre que possível. Improvisar se tornou um dos maiores riscos da administração condominial”, diz Dra. Juliana Teles.
A especialista também reforça a importância de consultar o jurídico antes de decisões sensíveis. Muitas ações poderiam ser evitadas com orientação prévia.
Prevenção ainda é a melhor estratégia
Mais do que reagir a problemas, o síndico deve atuar como agente de prevenção. Regulamentos atualizados, assembleias bem conduzidas, comunicação transparente e aplicação equilibrada das regras reduzem significativamente o risco de litígios.
“O melhor processo é aquele que nunca acontece. Quando a gestão é organizada, transparente e alinhada à legislação, o síndico protege o condomínio e a si próprio”, pontua.
Conclusão
A função de síndico deixou de ser apenas administrativa e passou a ocupar uma posição estratégica dentro dos condomínios. Com responsabilidades amplas e impacto direto na vida coletiva, erros de gestão já não são vistos como meras falhas operacionais, mas como potenciais infrações legais.
Para a Dra. Juliana Teles, o recado é claro: “Ser síndico exige preparo, prudência e senso de responsabilidade. Quem assume essa função precisa compreender que cada decisão administrativa pode ter reflexos jurídicos. A prevenção, a transparência e o respeito às normas continuam sendo as melhores ferramentas para uma gestão segura.”
Em um cenário de moradores mais informados e conscientes de seus direitos, a tendência é que a cobrança por profissionalismo aumente e que a Justiça seja cada vez mais acionada quando a gestão não acompanha essa evolução.
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Consulta do PIS/Pasep é liberada: descubra quanto você vai receber em 2026

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Consulta do PIS/Pasep 2026 já está disponível: veja quem tem direito e quanto vai receber

A consulta ao PIS/Pasep já está disponível e milhões de trabalhadores brasileiros podem verificar se têm direito ao benefício que será pago em 2026. O abono salarial é um importante reforço na renda, especialmente para quem recebeu até dois salários mínimos no ano-base, e segue regras bem definidas para liberação e cálculo dos valores.

Nesta matéria, você confere quem tem direito, como consultar, quanto pode receber e o que fazer em caso de inconsistências.

Quem tem direito ao PIS/Pasep em 2026

O pagamento do PIS/Pasep em 2026 é referente ao ano-base 2024. Para ter direito ao benefício, o trabalhador precisa atender a alguns critérios estabelecidos pelo governo federal:

  • Estar cadastrado no PIS ou Pasep há pelo menos cinco anos

  • Ter trabalhado com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias em 2024

  • Ter recebido remuneração média mensal de até dois salários mínimos no ano-base

  • Ter os dados corretamente informados pelo empregador na RAIS ou no eSocial

O PIS é pago aos trabalhadores da iniciativa privada e administrado pela Caixa Econômica Federal, enquanto o Pasep é destinado a servidores públicos, com pagamento feito pelo Banco do Brasil.

Como consultar o PIS/Pasep

A consulta pode ser feita de forma simples e gratuita pelos canais oficiais. O trabalhador pode verificar se tem direito ao abono e qual será o valor disponível utilizando:

  • Aplicativo Carteira de Trabalho Digital

  • Aplicativo Caixa Trabalhador (para PIS)

  • Site do Banco do Brasil ou atendimento presencial (para Pasep)

  • Central Alô Trabalho, pelo telefone 158

Para acessar as informações, é necessário ter CPF e, em alguns casos, a senha do Gov.br.

Quanto você vai receber em 2026

O valor do abono salarial é proporcional ao número de meses trabalhados no ano-base de 2024. O cálculo considera o salário mínimo vigente no ano do pagamento, dividido por 12.

Funciona assim:

  • Quem trabalhou 1 mês recebe o equivalente a 1/12 do salário mínimo

  • Quem trabalhou 12 meses recebe 1 salário mínimo integral

Ou seja, quanto maior o tempo de trabalho formal no ano-base, maior será o valor do benefício.

Calendário de pagamento

O calendário oficial de pagamentos do PIS/Pasep 2026 é definido pelo governo federal e costuma ser divulgado com antecedência. Tradicionalmente, os pagamentos ocorrem de forma escalonada, conforme o mês de nascimento (PIS) ou o número final da inscrição (Pasep).

Ficar atento às datas é fundamental para não perder o prazo de saque.

O que fazer se houver erro nas informações

Caso o trabalhador identifique divergências nos dados ou não consiga visualizar o benefício, é recomendado:

  • Conferir se o empregador enviou corretamente as informações ao eSocial ou RAIS

  • Procurar uma agência da Caixa ou do Banco do Brasil

  • Entrar em contato com o Ministério do Trabalho pelo telefone 158

A correção de dados pode ser decisiva para garantir o recebimento do abono.

Conclusão

A liberação da consulta do PIS/Pasep 2026 representa uma oportunidade importante para milhões de brasileiros conferirem um direito garantido por lei. Com poucos cliques, é possível saber se o benefício está disponível e qual será o valor a receber.

Manter os dados atualizados, acompanhar o calendário oficial e utilizar os canais corretos de consulta são passos essenciais para garantir o pagamento sem transtornos. Se você trabalhou com carteira assinada em 2024, vale a pena conferir: o abono pode fazer diferença no orçamento do próximo ano.

Fonte: ND+


Editado por Jefferson Gauchão

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Gaúchos podem concorrer a 50 mil bolsas gratuitas de capacitação em Cloud e IA Generativa do Santander

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As trilhas de aprendizagem são complementares e os interessados podem se inscrever até 15 de março

O Santander, em parceria com a Amazon Web Services (AWS), anuncia o lançamento do Santander Jornada Tech AWS, programa gratuito que oferece formação voltada ao desenvolvimento em computação em nuvem e inteligência artificial generativa. A iniciativa vai capacitar 50 mil pessoas em tecnologias essenciais para o futuro do trabalho. Os interessados podem se inscrever até 15 de março clicando AQUI.  

O programa oferece duas trilhas de aprendizagem complementares. A primeira, AWS Cloud, apresenta os fundamentos da computação em nuvem e prepara os participantes para o exame de certificação AWS Cloud Foundation. Já a trilha de IA Generativa aborda os principais conceitos dessa tecnologia, incluindo conteúdos específicos para a preparação da certificação AWS AI Certified Practitioner.

“A parceria com a AWS reforça nossa missão de abrir portas para que mais brasileiros tenham acesso a conhecimento de ponta e possam se preparar para as profissões do futuro. O Santander Jornada Tech democratiza habilidades estratégicas, ao mesmo tempo em que fortalece o ecossistema de inovação do país”, afirma Carolina Learth, Sênior Head de Plataformas de Educação.

Ao final da jornada, os 50 participantes mais bem avaliados receberão vouchers para realizar gratuitamente as certificações oficiais da AWS, ampliando as oportunidades de inserção e crescimento no mercado de tecnologia. Com inscrições abertas para todo o público, sem necessidade de experiência prévia, o programa busca atrair pessoas interessadas em iniciar ou acelerar sua carreira na área de tecnologia, contribuindo para reduzir o gap de profissionais qualificados no mercado e para impulsionar o desenvolvimento digital no Brasil.

Santander distribui 50 mil bolsas gratuitas de capacitação em Cloud e IA Generativa
Divulgação Santander
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Nova regra do INSS torna biometria obrigatória. Veja quem pode ter o benefício suspenso em fevereiro

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A partir de novembro de 2025, o INSS passou a exigir biometria para novos pedidos de benefícios. A medida faz parte de um processo de modernização e tem como objetivo aumentar a segurança, evitar fraudes e garantir que o dinheiro chegue a quem realmente tem direito.

Desde 21 de novembro de 2025, quem solicita aposentadoria, pensão ou outro benefício pela primeira vez precisa ter a biometria registrada. O INSS usa, inicialmente, as digitais já existentes em documentos oficiais, como Carteira Nacional de Identidade (CIN), CNH ou Título de Eleitor.

Meu benefício pode ser suspenso agora?

Se você já é aposentado ou pensionista, fique tranquilo. O INSS informou que não haverá bloqueio automático de benefícios que já estão sendo pagos.
A implantação da biometria para quem já recebe será gradual. Caso seja necessário atualizar seus dados, o próprio INSS fará um aviso individual e antecipado, dando tempo suficiente para regularizar a situação, sem prejuízo financeiro. Portanto, não é preciso ir às agências agora.

Quem precisa agir neste momento?

A exigência vale, principalmente, para quem está entrando no sistema agora. Veja os prazos importantes:

  • Desde 21 de novembro de 2025: novos pedidos só com biometria cadastrada (CIN, CNH ou Título de Eleitor).

  • A partir de 1º de maio de 2026: quem não tiver biometria em nenhum documento precisará emitir a CIN para concluir o pedido.

  • A partir de 1º de janeiro de 2028: a CIN será o único documento aceito para identificação e manutenção de todos os benefícios do INSS.

Quem está dispensado da biometria?

A lei prevê exceções para evitar que pessoas fiquem sem atendimento. Estão dispensados, enquanto não houver alternativa de coleta:

  • Idosos com mais de 80 anos.

  • Pessoas com dificuldade de locomoção, comprovada por laudo médico.

  • Moradores de áreas remotas, como comunidades ribeirinhas atendidas pelo PREVBarco ou cidades de difícil acesso segundo o IBGE.

  • Migrantes, refugiados e brasileiros que moram no exterior.

Também há dispensa temporária, até 30 de abril de 2026, para quem solicitar:

  • Salário-maternidade

  • Auxílio-doença (incapacidade temporária)

  • Pensão por morte

Atenção a golpes

O INSS não pede senhas nem dados bancários por telefone ou mensagens. Em caso de dúvida, use apenas os canais oficiais: o site ou aplicativo Meu INSS ou a Central 135.

Fonte: ND+


Editado por Jefferson Gauchão

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⚠️ Informação que está gerando debate na cidade

Veja os detalhes completos antes que seja tarde.

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Editado por Jefferson Gauchão
 
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